INTERNET E A ÚLTIMA ESPERANÇA
PARA A LITERATURA BRASILEIRA
MENINOS DA ROÇA
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Mensagem para quem gosta de uma boa leitura:
O romance MENINOS DA ROÇA narra a saga de dois fazendeiros entre 1890 a 1920. Demorei 10 anos entre escrever e reescrever. Em 2010 foi editado pela Millennium Editora. O Luis Fernando Veríssimo – que não me conhece – escreveu uma apresentação que pode ser resumida na frase:
“…na lembrança e na recriação do autor o passado é uma terra fascinante…”
Quem leu o livro gostou.
O livro não estará disponível em livrarias neste momento. O preço que cobram para colocar na prateleira (55% do valor de capa) torna o valor do exemplar inaceitável. Esta faltando um Eike Batista no mercado editorial.
Não posso mudar o que existe mas posso procurar outros caminhos. Em 1920, Monteiro Lobato enfrentou a mesma situação. Editores e distribuidores só acreditavam em obras estrangeiras. Indignado, criou a Editora Nacional e nova forma de venda (reembolso postal – a Internet da época). Foi a maior editora brasileira e lançou grandes nomes da literatura nacional.
Para permitir que o livro chegue ao leitor a preço justo, foi criada a livraria virtual www.milleniumlivraria.com.br e neste momento serão vendidos neste canal. Se for um sucesso de vendas as livrarias farão filas para colocá-lo nas prateleiras a preço menor.
Escolhi uma lista de amigos que me conhecem a quem estou solicitando que, se estão em busca de um romance agradável – comprem o livro sem susto. Se gostarem estou solicitando ainda que envie esta mensagem a seus amigos e recomendem o livro. Mas só se lerem e gostarem. Não estou procurando apenas vender o livro. Estou procurando leitores. E as pessoas somente irão ler a mensagem se acreditarem no remetente. Assim estou convidando você a comprar, ler e se gostar da leitura recomendar aos amigos.
Os leitores poderão dar sua opinião diretamente ao autor no blog criado para este fim: www.meninosdaroca.wordpress.com
Abrace esta causa que não é apenas minha. Estou tentando abrir um novo caminho para novos autores brasileiros como fez Monteiro Lobato há quase cem anos e reduzir o preço de um romance de agradável leitura. E se não der certo! Bem, eu não sou Monteiro Lobato.
Obrigado,
Afrânio Barbosa de Souza



